
Circula nas redes sociais a alegação de que a deputada federal Amanda Gentil (PP-MA), natural de Caxias, teria votado a favor de uma medida que resultaria no aumento da conta de energia elétrica para a população brasileira. A informação, no entanto, não corresponde aos fatos.
Atualmente, a parlamentar encontra-se em licença-maternidade, período durante o qual não participa de votações na Câmara dos Deputados. Conforme o regimento da Casa, durante esse tipo de licença não há substituição por suplente, o que significa que sua cadeira permanece temporariamente vaga.
Diante da repercussão, Amanda Gentil se manifestou publicamente, classificando a acusação como falsa. “Eu não votei a favor de nenhuma medida que aumenta a conta de luz. Isso é mentira”, afirmou, reiterando seu compromisso com os interesses da população.
A notícia falsa partiu de um político oposicionista, que já teria divulgado outras informações inverídicas em ocasiões anteriores. Entre elas, está o caso envolvendo uma criança na zona rural de Caxias, em que o parlamentar afirmou, sem embasamento, que a vítima teria caído de um ônibus escolar — fato desmentido pela própria família da criança, que confirmou que o acidente foi causado por um motociclista.
A equipe da deputada reforça que está avaliando as medidas cabíveis para combater a disseminação de fake news e preservar a integridade da atuação parlamentar.
É fundamental combater a disseminação de fake news, especialmente quando partem de parlamentares, que possuem responsabilidade direta com a informação que compartilham. A propagação de notícias falsas, sobretudo em ambientes digitais, compromete o debate público, confunde a população e enfraquece a democracia. Quando um agente político utiliza sua posição para divulgar informações inverídicas, ele não apenas prejudica adversários, mas também desrespeita o eleitorado e mina a confiança nas instituições.