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Governador de São Paulo, Tarcísio, zera ICMS sobre alimentos básicos, enquanto no Maranhão imposto aumentou para 23%.

O governo de São Paulo, sob Tarcísio de Freitas, isenta totalmente o ICMS sobre alimentos básicos, aliviando a crise alimentar. Já no Maranhão, o ICMS sobe de 22% para 23%, aumentando o custo de vida. Medidas tributárias inteligentes podem ser chave para enfrentar a crise no Brasil.

Kaio Silvano
Por: Kaio Silvano
11/03/2025 às 00h02 Atualizada em 11/03/2025 às 00h20
Governador de São Paulo, Tarcísio, zera ICMS sobre alimentos básicos, enquanto no Maranhão imposto aumentou para 23%.

Em meio à crise alimentar que assola o Brasil, o governo de São Paulo, sob a gestão do governador Tarcísio de Freitas, anunciou uma medida de grande impacto econômico e social: a isenção total do ICMS sobre alimentos básicos. O corte de 100% no imposto inclui itens essenciais como arroz, feijão, ovos e massas, proporcionando alívio imediato ao bolso dos consumidores paulistas.

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A decisão segue uma lógica básica da economia: reduzir tributos sobre bens essenciais tende a baratear os produtos, aumentando o poder de compra da população e ajudando a conter a inflação. Com isso, o estado busca mitigar os efeitos da crise e favorecer especialmente as famílias de baixa renda.

Maranhão adota caminho inverso e aumenta ICMS

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Enquanto São Paulo reduz impostos sobre a cesta básica, o Maranhão, considerado um dos estados mais pobres do Brasil, adotou uma direção contrária: aumentou a alíquota do ICMS de 22% para 23%. Essa elevação, ainda que aparentemente pequena, tem um impacto significativo no custo final dos alimentos e produtos de consumo básico para a população maranhense.

A justificativa do governo estadual para o reajuste é a implementação de um benefício de R$ 200 para famílias inscritas em programas sociais. No entanto, economistas apontam que o aumento do imposto pode pressionar ainda mais os preços, reduzindo o poder de compra dos maranhenses e agravando a insegurança alimentar no estado.

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Impacto no custo de vida e alternativas

Especialistas alertam que a política tributária tem um papel fundamental na regulação dos preços e na qualidade de vida da população. Enquanto a redução do ICMS em São Paulo pode estimular o consumo e amenizar a crise alimentar, o aumento no Maranhão tende a dificultar o acesso a produtos essenciais.

A solução ideal, segundo economistas, seria um equilíbrio entre arrecadação e alívio tributário, garantindo que os mais vulneráveis não sejam prejudicados. A esperança da população maranhense é que o governo estadual reavalie a decisão e busque alternativas para aliviar o custo dos alimentos no estado.

Afinal, como demonstrado pelo governador Tarcísio de Freitas, medidas tributárias inteligentes podem ser decisivas para combater a crise e garantir condições dignas para a população.

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