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O site Caxias Online, alertou por várias vezes que a empolgada pré-candidatura a assembléia legislativa por parte do atual secretário de Governo municipal de Caxias, Catulé Junior (filho do presidente da câmara municipal e desgastado vereador, Catulé), ou era loucura, ou um blefe que pode ter garantido apenas a reeleição do seu patriarca na casa do povo, posição política ameaçada outrora, por um grupo de vereadores capitaneados pelo vereador SM, o qual sonhava em comandar os trabalhos da casa até ano passado, mas que depois de um puxão de orelha dos superiores passou a elogiar a atuação de catulé na casa das leis.

O site, alertou ainda, em meados de 2017, que o provável candidato de elite do grupo Gentil, seria o pai de Fábio Gentil, o ex-deputado, Zé Gentil. Entretanto, na época, analistas políticos não acreditavam que a hipótese pudesse fazer algum sentindo, haja vista que durante a costura de aliados no ano de 2016, Fábio Gentil teria garantido ao grupo em formação, que caso fosse eleito, os candidatos de ponta do governo, seriam: Catulé Junior a deputado estadual e o filho do ex-deputado cassado por corrupção, Paulo Marinho Junior a deputado Federal, o que mais tarde (2017) caminharia abertamente para um jogo de traições políticas.

Pois bem, as vésperas do pleito de 2018, uma surpresa: Zé Gentil anunciou de última hora sua pré-candidatura a ALEMA, posteriormente sua filiação ao PRB; o evento ocorreu no Marília Eventos na sexta-feira (06) seguido da filiação de Paulo Marinho Junior ao PP. Durante o evento, mais uma grande surpresa: Catulé Junior fez o uso da palavra e durante o discurso acabou jogando a toalha e desistiu da candidatura.

Justificou que estaria abdicando do seu sonho por um bem maior: seu grupo político. Segundo ele, a candidatura de Zé Gentil é legítima… Mas e a dele, não seria Legítima???

Usando de argumentos sem sentido e do puro sentimentalismo para desviar as atenções, Catulé Junior deixou claro que sua desistência está associada a uma articulação do próprio grupo que apoiou em 2016, o qual de última hora, alavancou o nome de Zé Gentil e cooptou boa parte dos aliados que até outrora, declaravam apoio ao seu projeto.

O último pilar de Catulé Junior era o vereador Mário Assunção, que até ontem defendia o grupo Coutinho, mas depois de intensas conversas com o atual governo, passou a defender o nome de Fábio Gentil com unhas e dentes e reconhecer a candidatura de Zé Gentil a assembléia Legislativa.

Sem saída, e com a reeleição do pai ameaçada pelo grupo de vereadores G9, o secretário acabou abdicando da candidatura.

Em tempo

Fica claro, que a manobra do G9 em ameaçar a reeleição de Catulé durante o ano de 2017 e a movimentação de aliados fanáticos de Fábio Gentil, nas redes sociais e no campo, para alavancar o nome do ex-deputado não foram dois eventos aleatórios, mas sim uma articulação premeditada e planejada pela cúpula do grupo Gentil, com a finalidade de ter um trunfo nas mãos e garantir Zé Gentil como o candidato da ponta Gentiliana.

Só Catulé Junior não percebeu que esse acordo não seria cumprido, e todas essas manobras para tirar seu nome do palho, já teriam sido arquitetadas um dia após a eleição do ano de 2016 por Fábio Gentil e sua trupe.

Ao que parece, o tempo de fazer política dos Albuquerque passou…

Direto da redação/Caxias Online

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