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ATUAL 7 –  Uma semana após o secretário estadual de Saúde, Carlos Lula, afirmar haver recebido da Polícia Federal a famigerada lista dos mais de 400 funcionários fantasmas de terceirizadas da pasta, o governador Flávio Dino (PCdoB) permanece em total silêncio sobre o assunto.

Estranha, a mudança de comportamento do chefe do Executivo chama a atenção. Até antes de Lula vazar a informação, Dino usava as redes sociais quase que diariamente para atacar os agentes federais responsáveis pela deflagração da Operação Pegadores, cobrando transparência e a cessão imediata da relação, que insinuava não existir, prometendo tomar as medidas cabíveis. Até agora, porém, sete dias depois, pelo menos publicamente, nada foi feito.

O silêncio tumular do governador do Maranhão também é observado em outro caso relacionado a funcionários fantasmas em seu governo, notadamente nas unidades hospitalares.

Desde o final de semana passado, ferve nas redes sociais um vídeo em que a deputada estadual Ana do Gás, que é do PCdoB, aparece coagindo uma diretora de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) em São Luís a aceitar que uma padrinhada sua, que seria uma parente, continue a receber religiosamente os vencimentos, embora não comparecesse ao serviço. A parlamentar, inclusive, chegou a ameaçar que denunciaria a servidora pública ao secretário Carlos Lula.

Acostumado a passar o dia nas redes sociais criticando governos anteriores pelas mesmas práticas relacionadas à corrupção, o comunista formou combo com silêncio anterior e calou-se também sobre o caso da correlegionária, também envolvendo diretamente o seu próprio governo.

Nem mesmo quando procurado a se manifestar, como provocou o ATUAL7 nos dois casos, em solicitações por e-mail à Secretaria de Estado da Comunicação Social e Assuntos Políticos (Secap), Flávio Dino tem saído do armário.

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