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O governador do Maranhão, Flavio Dino, resolveu enfrentar o presidente Jair Bolsonaro mais uma vez. E a briga agora se deu em torno da questão do ensino de sociologia e filosofia.

Ontem de manhã Bolsonaro anunciou que os cursos de filosofia e sociologia não existirão mais nas universidades federais. O ministro da educação, Abraham Weintraub, já havia declarado ontem que filosofia e sociologia passariam a existir apenas nas faculdades particulares.

Em seu Twitter, Dino declarou hoje: “No âmbito estadual, sempre manterei o respeito aos cursos de filosofia e sociologia. Sem ideias e pensamento crítico nenhuma sociedade se desenvolve de verdade. E não haverá o bem viver que tanto buscamos como direito de todos”.

Filiado ao PCdoB, Dino tem se apresentado como o grande contraponto ao governo Bolsonaro. Enquanto o governo federal desvaloriza a educação, Dino paga o maior salário do país para professores.

As diferenças de projeto de desenvolvimento entre os dois é nítida: enquanto o governador do Maranhão acredita que para o Brasil crescer são necessários investimentos públicos em educação, ciência, pesquisa e inovação tecnológica, o presidente Bolsonaro, seguindo a linha de Paulo Guedes, defende o fim dos investimentos públicos.

O governador já anunciou que será candidato presidencial na próxima eleição. Bolsonaro também já disse que pretende disputar a reeleição. Nesse ritmo, essa será a grande polarização de 2022.

 

O Cafezinho

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