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O governo Fábio Gentil declarou guerra ao Sintrap – o Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Caxias. Membros graduados do governo gentiliano agem feito kamikazes enfurecidos e se atiram com tudo para cima do Sindicato na tentativa de desqualificar a entidade representativa de classe. Expõem nas redes sociais queixumes nascidos nas dores decorrentes das feridas abertas pelo confronto com os professores por causa do abono salarial prometido, pelo hoje prefeito, ainda durante a campanha eleitoral de 2016.

Os professores querem – apenas e tão-somente – que se mantenha aquilo que virou praxe nos 12 anos de governos Humberto e Leo Coutinho: O pagamento anual de abono salarial para a categoria, caso haja sobra de dinheiro do Fundeb que possa ser destinado para tal fim. O que é, no mínimo, coerente da parte do Sintrap, que age em defesa da categoria que representa, enquanto sindicato.

O prefeito Fábio Gentil se fez de morto e nada disse sobre conceder ou não o benefício. O Sintrap percebeu a artimanha do mandatário municipal – hoje um político sem um pingo de credibilidade – e botou o exército na rua. O prefeito não aguentou a pressão e tratou de anunciar a concessão do abono – “que vai ser liberado até o final de janeiro”.

No entanto, o valor anunciado – R$ 1 mil – não satisfaz a categoria. Este é o mesmo valor concedido há mais de um ano – ainda no governo Leo Coutinho. Os professores lembram que, na época, o então vereador Fábio Gentil – um ferrenho oportunista, digo, oposicionista – dizia que era uma mixaria. Hoje, com muito mais dinheiro em caixa – o Sintrap fala numa sobra de recursos do Fundeb de quase R$ 12 milhões – os professores entendem que a Prefeitura pode pagar bem mais. O sindicato também quer saber aonde foram parar mais de R$ 2 milhões que teriam sumido dos cofres da educação municipal.

E a turma do Palácio ainda quer culpar o Sintrap. É mole?

Fonte: Editorial Sinal Verde

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