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“Verifica-se que o inquérito que apurou a causa do acidente aéreo que vitimou Eduardo Campos, embora descarte falha humana, é inconclusivo, pelo que está requerendo ao Ministério Público Federal e a Justiça de Santos, que não arquive o inquérito, devolvendo a Polícia Federal para novas diligências, aprofundando-as para se chegar a uma causa, ou a mais provável.

É de se registrar que o inquérito desmonta a tese do Cenipa de falha humana e não podemos descartar a possibilidade de um acidente aéreo programado para acontecer, até porque o inquérito da Polícia Federal não é conclusivo e uma das hipóteses é de falha mecânica, que pode ser programada para ocorrer, o que caracterizaria sabotagem e homicídio”, diz em nota Antônio Campos.

O advogado ressalta que mesmo comparecendo na apresentação feita pelo “Delegado FederalRubens José Maleiner, em Recife, na qual na sua apresentação restou claro a divergência quanto as conclusões do Cenipa, como também, no relatório fica evidente tais divergências, e que excluía algumas causas e permanecia a hipótese de outras”.

Segundo Antônio Campos, seu questionamento sobre a demora de quatro anos para “conclusão” do inquérito obteve a seguinte resposta do Delegado: “é que o acidente que vitimou Eduardo Campos e outros companheiros foi o mais complexo que ele investigou em sua vida profissional, dito em sua resposta”, afirmou.

Leia o despacho:

Despacho Despacho – Crédito: Divulgação

Despacho Despacho – Crédito: Divulgação

Com informações do Blog  da Folha PE

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